Ludmylla e Daniel

Olá, casais!

Sexta-feira chegou e que tal um lindo casamento para encerrarmos a semana com chave de ouro?

Hoje termino de contar para vocês a história da Ludmylla e do Daniel. Duas semanas atrás comecei pela linda prévia de noiva da Lud, semana passada as fotos apaixonantes do Ensaio Romântico do casal e hoje o tão esperado casamento!

Com aquele mágico toque do destino, há nove anos atrás a Ludmylla e o Daniel se encontraram e aos poucos foram moldando o amor, para de uma forma linda chegar ao altar.

Leia mais “Ludmylla e Daniel”

Raquel Nascimento

Raquel Nascimento

Raquel nasceu em Recife - PE, mas mora em Brasília desde os 15 anos. Se casou aos 30, em março de 2014, e foi nos preparativos para seu casamento que se apaixonou por esse mundo e decidiu nunca mais sair dele. Assim, nasceu o Felizes a Dois.

Mais posts

Caroline e Thiago

Olá, casais!

Na volta dos posts do blog, separei para nossa sexta-feira uma história de amizade, amor e aquele “dedindo” que só uma mãe sabe acrescentar na nossa vida!

A Caroline e o Thiago se conheceram quando ela estava no cursinho pré-vestibular. Um amigo em comum os apresentou e a amizade foi natural. Eles saíram algumas vezes juntos como amigos, sem nenhuma intenção de algo a mais.

“A amizade se tornou tão forte, que nós contávamos tudo sobre a nossa vida, nossas desilusões amorosas e etc.” Relembra Caroline

Leia mais “Caroline e Thiago”

Raquel Nascimento

Raquel Nascimento

Raquel nasceu em Recife - PE, mas mora em Brasília desde os 15 anos. Se casou aos 30, em março de 2014, e foi nos preparativos para seu casamento que se apaixonou por esse mundo e decidiu nunca mais sair dele. Assim, nasceu o Felizes a Dois.

Mais posts

Amor ou dependência afetiva?

Bom dia!!

No último post falamos a respeito de autoestima na relação, que pode gerar consequências negativas nos relacionamentos, e hoje vou falar um pouquinho a respeito da dependência emocional que muitas pessoas têm em relação aos seus pares. De acordo com o CID 10, o transtorno de personalidade dependente é caracterizado por: “tendência sistemática a deixar a outrem a tomada de decisões, importantes ou menores; medo de ser abandonado; percepção de si como fraco e incompetente; submissão passiva à vontade do outro e uma dificuldade de fazer face às exigências da vida cotidiana; falta de energia que se traduz por alteração das funções intelectuais ou perturbação das emoções; tendência frequente a transferir a responsabilidade para outros”.

A dependência emocional, ou co-dependência, pode se desenvolver ainda na infância. Por exemplo, pais superprotetores que não permitem que os filhos tenham liberdade de fazer as próprias escolhas ou que sejam autônomos e independentes podem ajudar no desenvolvimento desse processo. Mas isso não significa que não pode se desenvolver na vida adulta, por exemplo, pessoas que se sentem rejeitadas ou passaram por um relacionamento abusivo. É claro que não podemos generalizar e dizer que todos que se colocaram em algum momento em situações aversivas vão desenvolver uma co-dependência, devemos lembrar que isso depende de várias questões.

A dependência emocional se torna uma armadilha porque deixamos de viver nossa vida em prol do outro, vivemos a vida do outro, transformamos o outro em nosso único universo, tipo aquela frase “Deus no céu e fulano na terra”. Porém ao passo que fazemos isso, além de deixar nosso universo para trás, perdemos completamente nossa identidade e passamos a acreditar que não existe vida sem o outro, acreditamos piamente que precisamos incondicionalmente da presença e atenção do outro.

Relacionamentos estruturados dessa forma não são saudáveis, pois geram muito sofrimento para ambas as partes, além disso tornam a convivência extremamente pesada, tensa, e em casos mais extremos podem inclusive destruir a vida do casal.

Human head cardboard silhouette with torn holes shaped like a question mark.

É importante que antes de se relacionar com alguém a pessoa tenha um bom conhecimento de si mesma, que saiba onde o calo aperta e o que a faz feliz, a partir disso conseguirá perceber se uma relação será interessante ou não. Eu acredito que só conseguimos desfrutar inteiramente de uma relação quando conseguimos ser felizes sozinho, sendo assim, se joguem no autoconhecimento, descubram o que faz com que sintam frio na barriga, que faz com que deem risadas até doer as bochechas, que façam chorar, que se sintam autoconfiantes, que aumentem a autoestima!

Claudia Santos

Claudia Santos

Graduada em Psicologia pelo Centro Universitário de Brasília - UniCEUB, com formação em Terapia Sexual pela Clínica Integrada de Psicologia e Sexologia - CIPS. Se apaixonou perdidamente pela Psicologia Clínica e atende adultos e casais na Equilibrium Clínica de Psicologia. CRP 01-15472.

Mais posts